Contratações de crédito rural crescem 18% entre julho 2020 e fevereiro deste ano, diz Ministério da Agricultura


Total de crédito concedido foi de R$ 147,57 bilhões. A utilização de recursos da Poupança Rural Controlada também aumentou, atingindo o valor de R$ 42,45 bilhões. Contratações de crédito rural crescem 18% entre julho 2020 e fevereiro deste ano, diz Ministério da Agricultura
Jacto Agrícola/Divulgação
O valor das contratações de crédito rural no Brasil, no âmbito do Plano Safra, somou R$ 147,57 bilhões de julho de 2020 a fevereiro de 2021, uma alta de 18% na comparação com o mesmo período da temporada anterior, informou o Ministério da Agricultura nesta quinta-feira (4).
Os recursos para investimento somaram R$ 47,33 bilhões, com aumento de 40%, e os para custeio R$ 78,64 bilhões, avanço de 14%, de acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021.
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O montante industrialização somou R$ 8,24 bilhões (+1%) e no caso de apoio a comercialização houve queda de 3%, para R$ 13,34 bilhões.
“A menor demanda de crédito para comercialização é explicada, principalmente, pela elevação dos preços agrícolas, que torna desnecessária a formação de estoques”, disse o ministério.
Dentre as contratações de crédito rural realizadas com os chamados “recursos controlados”, no total de R$ 100,15 bilhões, destaca-se a redução de 25% na utilização de Recursos Obrigatórios, situando-se em R$ 27,19 bilhões.
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Ao mesmo tempo, a utilização de recursos da Poupança Rural Controlada aumentou 78%, atingindo R$ 42,45 bilhões, disse a nota.
O aumento na utilização de recursos das fontes não controladas (22%) foi superior ao das fontes controladas (17%), destacou o ministério.
Isso seria um resultado da política de diversificação das fontes de financiamento, com destaque para o aumento de 72% em recursos livres (de tesouraria ou próprios dos bancos), num total de R$ 12,16 bilhões, e de 15% nas contratações com recursos da fonte LCA, que ficaram em R$ 20,79 bilhões, segundo o diretor do Departamento de Crédito e Informação, Wilson Vaz de Araújo.
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Source: G1 Economia

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