Zélia Duncan se divide entre Alzira E e Juliano Holanda ao celebrar 40 anos de carreira com dois álbuns


♪ Foi em 1981 que Zélia Duncan pôs os pés na profissão de cantora, na noite de Brasília (DF). Dois álbuns da artista fluminense comemoram, ao longo de 2021, os 40 anos de atividade de Zélia Duncan na música. Já gravados, os dois discos gravitam em torno de obras específicas de compositores.
O primeiro, Minha voz fica, tem lançamento programado para 5 de fevereiro. Trata-se de álbum gravado somente com músicas de Alzira E – artista mato-grossense que se lançou com o nome de Alzira Espíndola (a irmã de Alzira é a cantora Tetê Espíndola) – com diversos parceiros. Várias músicas do repertório são inéditas.
Gravado por Zélia somente com o violonista Pedro Franco, com produção musical de Ana Costa, o álbum Minha voz fica será precedido em 22 de fevereiro com a edição do single Beijos longos. No single, Zélia Duncan e Pedro Franco registram Beijos longos, música de Alzira E, arrudA e Jerry Espíndola apresentada por Alzira há dez anos no álbum Pedindo a palavra (2011).
O álbum Minha voz fica será editado dentro do projeto Joia ao vivo, da Joia Moderna, gravadora aberta pelo DJ Zé Pedro há dez anos.
O outro álbum comemorativo dos 40 anos de carreira de Zélia Duncan é dedicado às parcerias da artista com o compositor pernambucano Juliano Holanda. Já gravado, o disco ainda será mixado e masterizado para ser lançado ao longo de 2020.
Todas as músicas são inéditas, com exceção de Eu e vocês (2020), composição que batizou álbum lançado por Elba Ramalho no ano passado. Uma das músicas inéditas desse segundo disco é Vou gritar seu nome.
Source: G1 Pop e arte

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